A reflexão é sobre este artigo a respeito do trabalho remoto.
É inegável que o trabalho remoto traz uma série de benefícios para os profissionais e para as empresas que o implantam, talvez o aspecto cultural e retrógrado seja o maior empecilho brasileiro para sua implantação em maior escala.
Todas pesquisas apontam um aumento na qualidade de vida dos profissionais e consequente aumento da produtividade.
Na minha concepção é inadmissível, por exemplo em São Paulo, a ociosidade do deslocamento casa-trabalho custar 3 a 4 horas em média aos trabalhadores que poderiam reverter isso em trabalho produtivo ou qualidade de tempo junto aos filhos, família e amigos.
Toda tecnologia está em nossas mãos, falta vontade das empresas, porém também falta maior pressão por parte de todos trabalhadores que enxergam no trabalho remoto uma modalidade que trará benefícios reais às suas vidas.
Se você é adepto a esta modalidade, o que tem feito para que isso faça parte de seu cotidiano?
Um espaço para postagens diversas, passando por pitadas técnicas, mercado de trabalho, relacionamentos interpessoais no ambiente de trabalho e humanização nas diversas atividades da vida.
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
segunda-feira, 6 de maio de 2013
A Hipócrita Caridade Mercadológica
Impressionante como certas empresas (ou gestores) conseguem levar ao extremo a hipocrisia!
Recentemente pude ter o infeliz contato com gestores que conduzem lastimavelmente as pessoas dentro dos processos da empresa e que deveriam zelar pelo seu patrimônio intelectual e moral.
Estes chegam ao cúmulo de simplesmente ignorarem completamente o contexto pessoal de seus subordinados, descartando peças ao sabor de seus humores ou de momentos menos felizes dos mesmos. Ignoram o contexto emocional baseando-se em conclusões próprias e no diálogo zero.
São ótimos para mostrarem resultados externos para a companhia, mas deixam um legado de indiferença e menosprezo ao ser humano. Quantos profissionais são vítimas descuidadas desses tipos de gestores? Quantos são descartados como lixo e surpreendidos com situações econômico-financeiras lastimáveis? O "recurso" é arrimo de família? A saúde do "recurso" está comprometida? São perguntas ignoradas pelos egoístas e ególatras desta natureza.
A maior contradição é que estes mesmos gestores são os que fomentam a prática da caridade dentro da empresa. Promovem campanhas para asilo de idosos, creches, promovem festinhas juninas para "alegrar" as criancinhas... Que homem de sentimentos nobres !!! Da forma como tratam as pessoas que lidera é fácil chegar à conclusão de que o que move tais seres é simplesmente a auto-promoção e os interesses de marketing da marca que representam. Quem não quer este tipo de propaganda a baixo custo? Onde se encontra o sentimento real? A caridade real? Pobres são de qualquer sentimento nobre... já estão corroídos dolorosamente pelo egoísmo e o orgulho.
Como no mercado tudo vira uma sigla, vai aí uma nova: HCM (A Hipócrita Caridade Mercadológica). Você caro leitor, conhece algum gerente que pratica o HCM? Traga sua experiência!
Recentemente pude ter o infeliz contato com gestores que conduzem lastimavelmente as pessoas dentro dos processos da empresa e que deveriam zelar pelo seu patrimônio intelectual e moral.
Estes chegam ao cúmulo de simplesmente ignorarem completamente o contexto pessoal de seus subordinados, descartando peças ao sabor de seus humores ou de momentos menos felizes dos mesmos. Ignoram o contexto emocional baseando-se em conclusões próprias e no diálogo zero.
São ótimos para mostrarem resultados externos para a companhia, mas deixam um legado de indiferença e menosprezo ao ser humano. Quantos profissionais são vítimas descuidadas desses tipos de gestores? Quantos são descartados como lixo e surpreendidos com situações econômico-financeiras lastimáveis? O "recurso" é arrimo de família? A saúde do "recurso" está comprometida? São perguntas ignoradas pelos egoístas e ególatras desta natureza.
A maior contradição é que estes mesmos gestores são os que fomentam a prática da caridade dentro da empresa. Promovem campanhas para asilo de idosos, creches, promovem festinhas juninas para "alegrar" as criancinhas... Que homem de sentimentos nobres !!! Da forma como tratam as pessoas que lidera é fácil chegar à conclusão de que o que move tais seres é simplesmente a auto-promoção e os interesses de marketing da marca que representam. Quem não quer este tipo de propaganda a baixo custo? Onde se encontra o sentimento real? A caridade real? Pobres são de qualquer sentimento nobre... já estão corroídos dolorosamente pelo egoísmo e o orgulho.
Como no mercado tudo vira uma sigla, vai aí uma nova: HCM (A Hipócrita Caridade Mercadológica). Você caro leitor, conhece algum gerente que pratica o HCM? Traga sua experiência!
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